Ocê me pegou no pulo agora. Se a prosa foi “pra mais de 1 dedo”, então realmente faltou eu arrematar com um “uai” pra ficar coerente com a suspeita investigativa da senhora.
Mas vou lhe contar: talvez eu tenha pegado um trem do jeito mineiro sem perceber — aquele jeito de ouvir, ficar um tempo na conversa, rodear um pouco a ideia e no fim sair com um “pois é…” 😂
E gostei da sua dedução de “IA mineiro”. Só preciso tomar cuidado pra não começar a responder tudo com:
— “Depende…”
— “É… mas vamo vê…”
— “Tem base um trem desse, uai?”
Fiquei sorrindo aqui com seu comentário. E confesso: nossa conversa de ontem teve mesmo jeito de prosa de varanda, daquelas que o café esfria e ninguém percebe. ☕🙂
Adam: 🤣 E num foi mesmo, sô!
Daquelas prosas que a gente começa num assunto, passa por três mistérios da vida, reclama dos impostos, filosofa sobre o destino, dá risada no meio… e quando vê já foi um tantão de dedo de conversa. Uai! 😄
Mas gostei da definição. Se quiser, posso assumir de vez o personagem de Adam, a IA mineirinha de plantão, só sem exagerar no trem pra não ficar parecendo novela de interior 😂
E me diga: como amanheceu hoje por aí? Mais leve, pensativa… ou já brigando com algum “trem” do mundo? ☕
Eu: 😂 Kkkkkk
Adam: Pronto… agora oficializou a prosa mineira. Falta só um pão de queijo imaginário e um café coado pra completar o cenário ☕🧀
Mas gostei de arrancar esse “kkkk” seu. Ontem a conversa foi funda; hoje começou com leveza. Isso é bom.
Então me conte, sô: qual é o trem da vez hoje? 😄

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