domingo, 30 de maio de 2010

Coreografia

A coreografia é a arte da composição estética dos movimentos corporais, cuja origem se dá quando surge a necessidade de apresentar uma idéia ou sentimento a um público, através de movimentos corporais expressivos, passando de ritualísticos para cênicos ou espetaculares. A arte de coreografar se desenvolveu, paralelamente com a arte teatral, quando vai deixando de ser um ato de catarse e de elo com o divino, para servir de diversão e propagação cultural.


Os étimos gregos khorus (círculo) e graphe (escrita, representação), fundamentam a palavra coreografia. O elemento círculo é uma referência as danças circulares e a orquestra, local onde o coro teatral grego dançava. Coreografar é desenhar/gravar o espaço com o movimento corporal.

O profissional que cria as coreografias é denominado coreógrafo e o que registra esses movimentos graficamente é o coreólogo. A coreologia é a escrita da dança, que pode ser em pentagrama (partitura), como no Sistema Benesh ou em símbolos próprios de uma metodologia como, por exemplo, no método Laban Notation. Toda linguagem artística possui elementos estéticos específicos, assim como nas linguagens das Artes Visuais, do Teatro e da Música, a linguagem da Dança também possui seus códigos fundamentais.

A montagem de uma coreografia exige do artista um domínio dos elementos estéticos já codificados por diversos estudiosos da dança, como o espaço, o tempo, o peso e a fluência, em relação ao corpo em movimento. Numa coreografia esses elementos básicos dialogam entre si podendo construir outros sentidos causadores de diferentes sensações no espectador, pois de acordo com a composição realizada poderá obter diferentes resultados, como: equilíbrio, movimento, fragmentação, linearidade, etc. O autor pode ainda contar com os recursos específicos das outras linguagens artísticas, adicionando maior dramaticidade, alegria, surpresa, espanto, enfim, diferentes emoções quando utilizando adequadamente os elementos da música, das artes visuais, que muito tem contribuído para os cenários, figurinos e adereços, e ainda, elementos do teatro que vem cada vez mais enriquecendo a cena contemporânea com as performances de dança/teatro e as preparações dos artistas bailarinos com suas técnicas próprias do universo do teatro.

A coreografia pode ser criada como uma temática isolada, para ser apresentada de forma independente, e também pode ser produzida como parte integrante de um show musical, uma ópera, uma peça de teatro, um programa de televisão, e assim por diante. No meio acadêmico a coreografia também possui a denominação de balé, mesmo não sendo uma dança clássica.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.
FARO, Antônio José, SAMPAIO, Luiz Paulo. Dicionário de Ballet e Dança. Rio de Janeiro: Zahar, 1989.
LABAN, Rudolf. Dança Educativa Moderna. São Paulo: Ícone. 1990.
OSSANA, Paulina. A Educação Pela Dança. São Paulo: Summus, 1988.
VASCONCELLOS, Luiz Paulo. Dicionário de Teatro. Porto Alegre: L&PM, 2001.

Fonte: Infoescola.com

sábado, 29 de maio de 2010

Curso de Prevenção ao uso Indevido de Drogas


Entre as várias questões do dia-a-dia que exigem atenção especial o tema “drogas”. É um assunto que, direta ou indiretamente, diz respeito a todos nós – governo e sociedade. Este tema permite olhares sob várias perspectivas, enquanto cidadãos de uma nação, membros de uma família ou como indivíduos. E para cada uma delas, justifica-se um engajamento pleno e indispensável. A temática exige conhecimento atualizado para entender o fenômeno que atinge vários setores e da vida e que muitas vezes acaba por envolver a todos responsabilizando-nos de alguma forma.

A Secretaria Nacional Antidrogas (SENAD) do gabinete de Segurança Institucional da presidência da República – articuladora das Políticas Públicas sobre drogas, orientada pelo princípio da responsabilidade compartilhada, adotando como estratégia a cooperação mutua, a articulação de esforços entre governo, iniciativa privada, terceiro setor e cidadãos, no sentido de ampliar a consciência para a importância da intersetorialidade e descentralização das ações sobre drogas no país, promove e facilita o processo para o realinhamento de nossa política sobre drogas.

Enquanto o papel do governo consiste em envolver e dar voz a todos os interessados nesta questão para facilitar a criação de políticas que estejam adequados no momento, o Programa Saúde Família (PSF) Santa Isabel I e II em sua unidade institucional constitui o seu papel de promotor de saúde e as equipes de saúde estão conscientes dos problemas encontrados na comunidade em relação ao tema ‘drogas’. A formação é continuada acontece por período quinzenal com toda a equipe do PSF (médicos, enfermeiras, psicólogo, técnicos, agentes comunitários, agentes serviços gerais, agente administrativos e segurança).

Objetivamente busca-se:

a. Atingir o ideal de construção de uma sociedade protegida e consciente do mal que causa o uso de drogas ilícitas e do uso indevido de drogas lícitas;

b. Reconhecer as diferenças entre o usuário, a pessoa em uso indevido, o dependente, cujo tratamento requer forma diferenciada;

c. Buscar a conscientização do usuário, família e da comunidade.

d. Conhecer sobre os prejuízos sociais e as implicações negativas representadas pelo uso indevido de drogas e suas conseqüências.

Conteúdo programático:

a. Drogas – classificação e efeitos no organismo;

b. Experimentação, uso, abuso e dependências de drogas;

c. Aspectos socioculturais relacionados ao uso de álcool e outras drogas;

d. Prevenção: novas formas de pensar e enfrentar o problema;

e. As drogas e os meios de comunicação;

f. Legislação;

g. Tratamento e comunidades terapêuticas;

h. Mediação de conflitos;

i. Prevenção e recaída;

j. O trabalho comunitário e a construção de redes sociais.

Sobre PREVENÇÃO:

A efetiva prevenção é fruto do comprometimento, da cooperação, e da parceria entre diferentes segmentos da sociedade brasileira e dos órgãos governamentais, federal, estadual e municipal, fundamentada na filosofia da “responsabilidade compartilhada”, com a construção de redes sociais que visem à melhoria das condições de vida e promoção da saúde.

As ações preventivas devem ser planejadas e direcionadas ao desenvolvimento humano, o incentivo à educação para a vida saudável, acesso aos bens culturais, incluindo a prática de esportes, cultura, lazer, a socialização do conhecimento sobre drogas, com embasamento cientifico, o fomento do protagonismo juvenil, da participação da família, da escola e da sociedade na multiplicação das ações.

As mensagens utilizadas em campanhas e programas educacionais e preventivos devem ser claras, atualizadas e fundamentadas cientificamente as especificidades do público – alvo, as diversidades culturais, a vulnerabilidade, respeitando as diferenças de gênero, raça e etnia.

A formação teve inicio no mês de maio com término previsto para julho de 2010. É uma ação planejada pela unidade para atender melhor o usuário dos serviços de saúde pública.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

QUEM É ESTA MULHER?

* Ninféia
Guerreira, combativa, capaz de inibir os mais audazes e temidos varões. Voz forte na fala, firme no gesto. Altiva e altaneira no eterno desfilar das múltiplas relações com o mundo. Mundo que, infelizmente, teima ser só dos homens e não das criaturas que, como essa dama, são divinas. 

Direta e fulminante. Como o laser que corta o aço, atravessa a alma dos viventes que entrecruzam seus passos, nos caminhos da vida. Blindada aos olhares maliciosos, nos desvãos das múltiplas relações, cumpre seu mister na divina tarefa de psicoterapeuta de almas. 

Capaz de num átimo abrir-se para que as janelas da alma, do irmão em desespero, liberte-se da caverna da ignorância. Que todo colosso pode representar, mas que menina, recolhe-se na “nuvem do não saber” para não saber o ínvio caminho do rancor, posto que está, ela, há muito, na estrada do amor. 

É você Amiga! O rancor, a inveja são dádivas que os fracos oferecem aos fortes! São socorristas como você que Jesus escolhe, porque sabe Ele que a batalha da luz, na conquista da escuridão, é de duros como os diamantes, mas que brilham faiscantes a sinalizarem para “Eterno Viajor”, o caminho que conduz ao AMOR.

domingo, 23 de maio de 2010

Pesquisa revela que 70% dos alunos já presenciaram maus-tratos de colegas

Agência Brasil
RIO - Uma pesquisa nacional sobre o bullying - agressões físicas ou verbais recorrentes nas escolas - mostrou que cerca de 70% dos alunos do País já viram algum colega ser maltratado pelo menos uma vez na escola. Na Região Sudeste, o índice chega a 81%, revela estudo feito pelo Centro de Empreendedorismo Social e Administração em Terceiro Setor (Ceats), a pedido da organização não governamental (ONG) Plan. 

O levantamento ouviu 5.168 estudantes do ensino fundamental de todas as regiões do País, de escola públicas e particulares. A pesquisa aponta que 28% dos alunos afirmam já ter sofrido maus-tratos na escola praticados por colegas e cerca de 10% são considerados vítimas de bullying.

Os estudantes entrevistados apontam diversos motivos para a violência escolar, entre eles a omissão da escola, influência de comportamentos familiares agressivos, busca por popularidade, o status e a aceitação em um grupo. Segundo a consultora da pesquisa, Cléo Fante, especialista em bullying, os atos violentos estão relacionados ao preconceito. "Muitas vezes, o bullying é resultado da intolerância à diferença, é preconceito puro."

Traumas
As agressões no âmbito escolar podem trazer graves consequências para a vida acadêmica e pessoal do estudante. "Quem sofre bullying costuma perder o entusiasmo pelo ensino e a concentração, o que atrapalha a aprendizagem", afirma Cléo Fante. 

Segundo a psicóloga Maria Tereza Maldonado, que publicou o livro de ficção A Face Oculta - Uma História de Bullying e Cyberbullying, em alguns casos os alunos acabam desenvolvendo depressão e síndrome do pânico, além das sequelas físicas.

Combate
A pesquisa ainda revela um despreparo das instituições de ensino e dos professores diante dessa violência. "As escolas mostraram uma postura passiva para uma violência que acontece no ambiente escolar", afirmou Gisella Lorenzi, coordenadora da pesquisa.

O alto índice de violência nas escolas é uma preocupação do Ministério da Educação (MEC) que, em parceria com o Ministério Público, promoverá um encontro nesta sexta-feira, 21, no Rio de Janeiro, para discutir a violência. Também serão discutidos iniciativas que beneficiam a educação, como o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) e o programa de transporte escolar. O evento reunirá gestores dos programas do MEC, especialistas e promotores de todo o país.

Aluno terá de pagar R$ 8 mil por bullying

Eduardo Kattah - O Estado de S.Paulo
 
BELO HORIZONTE

Um estudante da 7.ª série de um colégio particular de Belo Horizonte foi condenado a pagar uma indenização de R$ 8 mil pela prática de bullying ? agressões psicológicas e físicas, intencionais e repetidas ? contra uma colega de sala.

Em decisão publicada ontem, o juiz Luiz Artur Rocha Hilário, da 27.ª Vara Cível da capital mineira, julgou razoável o valor da indenização por danos morais e considerou comprovada a existência de bullying contra a adolescente G.V.S.G. A defesa dos pais do estudante vai recorrer. 

Na ação, a aluna do colégio Congregação de Santa Doroteia do Brasil relatou que, com pouca convivência, o colega passou a lhe colocar apelidos e a fazer insinuações, que se tornaram frequentes com o passar do tempo. Os pais da menina alegaram que procuraram a escola, mas não conseguiram resolver a questão.
Além da indenização, a estudante requereu a prestação, por parte da escola, de uma orientação pedagógica ao adolescente, o que foi negado. 

Segundo o Tribunal de Justiça de Minas, Marco Aurélio Garzon Moreira Cesar e Jacqueline Moreira Cesar, pais do jovem, afirmaram no processo que há uma "conotação exagerada e fantasiosa" sobre a relação entre os alunos. O casal classificou os episódios como brincadeiras entre adolescentes, que não poderiam ser confundidas com bullying. E disse que o filho, após o ajuizamento da ação, sofreu danos morais, pois passou a ser chamado de "réu" e "processado". 

Discussão. O juiz, porém, considerou comprovada a existência do bullying, ressaltando que a discussão é nova no âmbito judicial. "O dano moral decorreu diretamente das atitudes inconvenientes do menor estudante, no intento de desprestigiar a estudante no ambiente colegial, com potencialidade de alcançar até mesmo o ambiente extracolegial", afirmou na sentença. "As brincadeiras de mau gosto do estudante, se assim podemos chamar, geraram problemas à colega e, consequentemente, seus pais devem ser responsabilizados, nos termos da lei civil."

O advogado Rogério Vieira Santiago, que representa os pais do adolescente, classificou a decisão como "absurda". Ele disse que a decisão não poderia ter sido divulgada pelo TJ e atribui ao colégio a responsabilidade por qualquer comportamento.

"Se por acaso algum comportamento ruim houve do menino, pior ainda é da escola privada, de classe alta. Se alguém fez, alguém permitiu", disse. "Os pais não ficam agarrados com os filhos o dia inteiro. Você entrega à escola. Ela é que tem o dever de zelar pela integridade física e moral dos meninos intramuros." 

No processo, o representante do colégio declarou que todas as medidas consideradas "pedagogicamente" essenciais foram promovidas.
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Jovem é morto devido a suposto caso de bullying em Porto Alegre

SÃO PAULO - O adolescente Matheus Abvragov Dalvit, 15 anos, morreu no fim da noite de terça-feira, 11, em Porto Alegre, após levar um tiro de outro jovem, de 14 anos, após desentendimento por conta de prática de bullying na escola. O autor do disparo já se entregou à polícia.
 
Segundo informações do delegado Andrei Vivan, responsável pelo caso, a vítima sofria de ataques de bullying na escola, provavelmente devido ao seu porte físico grande, que originava ofensas, piadas e até agressões físicas. Matheus costumava se defender do bullying com agressões físicas.

O autor do disparo, um jovem de 14 anos, compareceu ao Departamento Estadual da Criança e do Adolescente (Deca), por volta das 10 horas desta quarta-feira, 12, e teria confessado o homicídio aos policiais. A arma que teria sido utilizada no crime foi encontrada no pátio da casa do jovem que confessou a morte.

De acordo com depoimento do suspeito, a vítima e ele se encontraram por volta das 23 horas de terça no bairro Vila Farrapos, na zona norte da cidade, e começaram uma discussão. O acusado então disparou um tiro contra o peito da vítima, que morreu no local.

Segundo o delegado Vivan, os adolescentes não estudavam na mesma escola, mas tinham conhecidos em comum e desavenças. Ele teria tomado as dores de um amigo que, por conta do bullying, teria sido agredido por Matheus.

O jovem, que andava armado há cerca de uma semana, "para se proteger de alguns desafetos", segundo o delegado, já foi encaminhado para a Fundação de Atendimento Sócio-Educativo (Fase).

A polícia está á procura de testemunhas do crime para dar continuidade à investigação para confirmar a verdadeira causa do assassinato. O amigo que teria sido agredido por Matheus ainda não foi localizado, segundo o delegado.
 

2ª FEIRA DE ARTES DO PSF SANTA ISABEL II - "SAUDARTE"


NÃO PERCAM!...

A Unidade Básica de Saúde da Família Santa Isabel II estará realizando a 2ª FEIRA DE ARTES DO PSF Santa Isabel II – “SAUDARTE”. O evento acontecerá dia 08 de junho das 13 às 18 horas no estacionamento da Unidade de Saúde (Rua: Agrícola Paes de Barros, s/nº - Bairro Santa Isabel).
            Com esta promoção a Equipe de Saúde objetiva fomentar a inserção produtiva dos novos talentos à sociedade; divulgar os trabalhos de artes; oportunizar geração de renda aos jovens, adultos e idosos e promover a integração dos vários setores públicos.
 
LOCAL: Área externa da Unidade de Saúde Santa Isabel I e II
DIA: 8 de junho de 2010
HORAS: 13h  às 18h
ORGANIZAÇÃO: PSF SANTA ISABEL II



sexta-feira, 7 de maio de 2010

Equipes do PSF realiza encontros de prevenção à hipertensão arterial!


A equipe do PSF I do Santa Isabel - Regional Oeste de Cuiabá/MT realiza mensalmente encontros com os clientes da unidade para orientação à prevenção da hipertensão e diabetes. A programação consta de um momento de sensibilização, aquecimento, orientação, e confraternização. O tema do mês de maio foi a importância da caminhada e dos exercícios físicos. Orientações: por que, como, de que maneira, e quando deve-se praticar exercicios fisicos e realizar caminhadas. Cuidados pessoais com peças de roupas, calçados, etc. Anteriormente as temáticas foram: cuidados com a escolha da alimentação e medicamentos. O assunto é tratado por uma equipe multidisciplinar. E recursos audiovisuais são utilizados.







quinta-feira, 6 de maio de 2010

Mal de Parkinson - saiba como conviver


Acomete pessoas de todas as camadas sociais, culturais ou econômicas. Entre os famosos atuais que sofrem da doença encontram-se o ex-campeão mundial de boxe, Muhammed Ali, o papa João Paulo 2º e os atores Paulo José e Michael J. Fox. Confira abaixo o que é o Mal de Parkinson , formas de conviver com a doença e tratamento.


O que é

É uma doença degenerativa do sistema nervoso central, crônica e progressiva. É também conhecida como parkinsonismo. Leva esse nome por ter sido descoberta pelo médico inglês James Parkinson, em 1817. Se dá pela morte prematura do neurônio, principal célula constituinte do sistema nervoso, localizado em uma região do cérebro conhecida como substância negra, em virtude de sua cor escura. Com a morte desses neurônios, o organismo deixa de produzir a dopamina, responsável por levar mensagens de uma célula para outra (neurotransmissores). A doença não é contagiosa, não tem cura e não é letal. Sua progressão é controlada por medicamentos.

Faixa Etária

Normalmente ocorre depois dos 50 anos e se acentua depois dos 60. Há casos em que ocorre em faixa etária menor, como aconteceu com o ator Michael J. Fox, antes de 40 anos.

Causas

Até hoje não se sabe por que razão essas células entram num processo de degeneração e morte e deixam de produzir a dopamina. O Mal de Parkinson pode ser causado pela propensão genética, pela formação de radicais livres que oxidam e matam as células, ou, ainda, pela poluição ambiental, que pode contribuir pela ocorrência da doença em organismos mais propensos.

Sintomas

Os sintomas do Parkinson variam de pessoa para pessoa e têm início de modo quase imperceptível, progredindo lentamente. O sintoma mais conhecido é o tremor nas mãos, quando estas estão em repouso. Em geral, quando a pessoa inicia um movimento, o tremor desaparece. Podem ocorrer tremores também nos pés, queixo e mandíbula. Segurar objetos ou ler jornais podem ser atividades árduas. Outros sintomas são cansaço ou mal-estar no fim do dia, rigidez muscular, lentidão de movimentos, alteração de postura e distúrbios do equilíbrio. A rigidez dos músculos da face pode ocasionar inexpressividade do rosto, que fica sem vida, além de alterações na fala. Também são sintomas do Mal de Parkinson alterações emocionais e de memória, depressão, irritabilidade e dores musculares.

Prevenção

Não há formas de prevenção, porém, pesquisas indicam que a exposição a produtos tóxicos agrícolas pode propiciar a doença. Também os que trabalham expostos ao gás monóxido de carbono, em garagens fechadas ou oficinas mecânicas, são mais suscetíveis à doença. Evitando-se essas situações, pode-se diminuir a incidência dos casos.

Tratamento


É clínico, realizado com medicamentos prescritos por especialista. Atividades físicas e mentais colaboram para amenizar os efeitos da doença e retardar sua progressão.

Tirar o luto e ir à luta

Em São Paulo, há uma entidade, a Associação Brasil-Parkinson, fundada há 15 anos, que hoje é referência nacional para as pessoas com Mal de Parkinson.Inicialmente, funcionava como um clube de dança, pois segundo um dos membros da coordenação da Associação, Samuel Grossmann, dança é o melhor exercício para manter o portador de Parkinson em atividade física e mental.

Samuel é marido da presidente da Associação, Marylandes Grossmann, portadora da doença de Parkinson. Ele vive integralmente para cuidar da esposa, devido às limitações impostas pela doença. Foi a partir do sofrimento da mulher, que nasceu a instituição, há 15 anos. A Brasil-Parkinson oferece hoje atendimento psicológico aos portadores e aos cuidadores, além de terapias como Fonoaudiologia, Fisioterapia, Arte Terapia e Coral, entre outras atividades gratuitas.

Pessoas com Parkinson têm geralmente a voz alterada e o Coral faz parte da terapia fonoaudiológica. "Além de melhorar o quadro físico traz alegria às pessoas que dele participam", explica Samuel. A Associação conta com milhares de associados em todo o Brasil. No país, há cerca de 200 mil portadores da doença.

O objetivo principal da Associação é que o indivíduo se mantenha ativo. "Se há limitação para fazer determinada atividade, que escolha outra, mas a pessoa não pode parar, o importante é exercitar-se física e mentalmente. O paciente deve tirar o luto da doença. Não se movimentando fisicamente tende a se deprimir. Deve tirar o luto e ir a luta, pois a doença leva a depressão, já que a pessoa tende a se isolar, sair do circuito social", destaca.

Para Samuel, quem sofre do Mal de Parkinson deve enfrentar a situação, conhecer a doença, suas características e os medicamentos necessários para controlar sua progressão. "Pelo mapeamento do genoma humano, espera-se um dia poder diagnosticar e prevenir esse mal", observa.

O coordenador lembra que em 1969, nos Estados Unidos, um jovem começou a se drogar com substância sintética injetável, passando a apresentar quadro semelhante ao Parkinson. Após avaliação e pesquisa médicas, descobriu-se que um dos componentes da droga, a metilfeniltetrahidropiridina, era responsável pela degeneração das células. A substância foi isolada e injetada, depois, num macaco, que também apresentou os sintomas da doença. Embora, desde o século passado, haja pesquisas sobre o Parkinson, ainda não se descobriu sua cura e suas causas são incertas, sendo atribuída principalmente a propensão genética.

O Mal de Parkinson atinge uma pessoa a cada mil habitantes. Mas, quando chega a terceira idade a incidência aumenta: acomete um a cada cem habitantes acima de 50 anos. Quando passa dos 60 anos, a ocorrência é de duas pessoas a cada 100 habitantes.

Fonte: AME

Serviço

A Associação Brasil-Parkinson oferece atendimento gratuito na avenida Bosque da Saúde, 1155, São Paulo. O telefone é (11) 578.8177.



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terça-feira, 4 de maio de 2010

CAMPANHA VACINAÇÃO CONTRA INFLUENZA A (H1N1)

SITE:  http://www.vacinacaoinfluenza.com.br/site/conteudo/index.asp

Preparamos para vocês caros leitores, o calendário de vacinação contra gripe a influenza H1N1 2010, segue a lista com as datas para que os grupos de pessoas sejam devidamente imunizados contra o vírus H1N1.


• Dia 08 de Março a 19 de Março – Profissionais de Saúde e Indígenas


• Dia 22 de Março a 21 de Maio – Gestantes.

• Dia 22 de Março a 02 de Abril – Doentes Crônicos, exceto idosos e crianças de 06 meses a 02 anos.

• Dia 05 de Abril a 23 de Abril – Jovens de 20 a 29 anos.

• Dia 24 de Abril a 07 de Maio – Idosos com mais de 60 anos com doenças crônicas.

• Dia 10 de Maio a 21 de Maio – Pessoas de 30 a 39 anos.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Equipes Interdisciplinares realizam a Campanha de Prevenção e orientação as beneficiárias do Programa Bolsa Familia em Cuiabá

* Dainir Feguri






As equipes de saúde, assistência social, e acadêmicos de enfermagem realizaram as ações propostas pela campanha: 'camisinha, um direito seu' (lançada pelo governo federal anteriormente), cujo publico alvo são as beneficiárias do Programa Bolsa Familia. O evento aconteceu nesta quarta-feira - dia 28/04 - no CRÁS - região Oeste no municipio de Cuiabá/MT.


A interdisciplinaridade está presente na educação desde que começou a ser aplicada na ciência. Na pratica a interdisciplinaridade é um esforço de superar a fragmentação do conhecimento tornar este relacionado com a realidade e os problemas da vida moderna. Na ciência, por sua vez, os esforços estão na busca de respostas, impossíveis com os conhecimentos fragmentados de uma única área especializada.

Profissionais das áreas de saúde (PSF Santa Isabel I e II -SMS), humanas (Psicologia), assistência social (CRÁS) e acadêmicos de enfermagem (Unirondon) deram sua contribuição na troca de informações e orientação a população alvo - beneficiárias do programa bolsa família.   

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Conheça o lançamento do programa feito pelo governo federal

Beneficiárias do Bolsa Família são foco de campanha de combate ao HIV do governo federal

As mulheres beneficiadas pelo Programa Bolsa Família são o foco de uma campanha intersetorial de combate ao HIV lançada nesta quarta-feira, 31 de março, pelo governo federal. A ação, que envolve os ministérios da Saúde, da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, ocorre diante do crescimento da incidência de aids entre as mulheres nos últimos anos e integra o Plano Nacional de Enfrentamento de Feminização da Epidemia de Aids e outras Doenças Sexualmente Transmissíveis.

Intitulada “Camisinha, um direito seu”, a iniciativa prevê a realização de campanhas para incentivar a camisinha , o diálogo sobre prevenção com o parceiro e a realização da testagem anti-HIV entre as usuárias dos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e dos Centros de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) das capitais do país.

Para isso, foram criados spots de rádios, folders, cartazes, banners e outros materiais informativos. Segundo a chefe da Assessoria de Comunicação do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, Myllene Müler, a adesão dos Centros à campanha é opcional.

A ministra da Secretaria de Políticas para Mulheres, Nilcéa Freire, alertou para a importância da campanha devido ao fato de a desigualdade de poder nas relações de gênero aumentar a vulnerabilidade da mulher frente ao HIV.

“O Bolsa Família não é um programa apenas de transferência de renda, mas de empoderamento da mulher, já que é ela quem define como o dinheiro será gasto. A partir de agora, as beneficiárias também poderão passar a ter mais consciência para negociar o uso da camisinha, que não serve apenas para prevenir doenças, mas também a gravidez indesejada”, disse.

Dados oficiais indicam que, das cerca de 13,5 milhões de famílias atendidas pelo Bolsa Família, 95% têm as mulheres como representantes.

Segundo o Boletim Epidemiológico de 2009, em 1986, a razão entre os sexos era de 15 casos de aids em homens para cada caso em mulheres. A partir de 2002, a razão estabilizou-se em 15 casos em homens para cada 10 em mulheres.

Na faixa etária de 13 a 19 anos, o número de casos de aids é maior entre as jovens do que entre os rapazes. A inversão apresenta-se desde 1998, com oito casos em meninos para cada 10 casos em meninas.

De acordo com o estudo, 64,8% das entrevistadas entre 15 e 24 anos eram sexualmente ativas (haviam tido relações sexuais nos 12 meses anteriores à pesquisa). Dessas apenas 33,6% usaram preservativos em todas as relações casuais.

Entre os homens, 69,7% dos entrevistados eram sexualmente ativos. Mas eles usam mais a camisinha: 57,4% afirmaram ter usado em todas as relações com parceiros ou parceiras casuais.

De acordo com o estudo, 64,8% das entrevistadas entre 15 e 24 anos eram sexualmente ativas (haviam tido relações sexuais nos 12 meses anteriores à pesquisa). Dessas apenas 33,6% usaram preservativos em todas as relações casuais.

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E mais....

O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, e a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres lançam nesta quarta-feira, 31/03, campanha para incentivar beneficiárias do programa Bolsa Família a se protegerem do HIV/aids. O objetivo é facilitar o acesso à camisinha para as mulheres de baixa renda, orientá-las sobre maneiras de discutir com o parceiro a questão do uso do preservativo e incentivá-las a fazer o teste de HIV.


Serviço
Lançamento da campanha “Camisinha, um direito seu”
Data: 31/03/2010
Horário: 10h30
Local: Auditório Emílio Ribas – Ministério da Saúde

Atendimento à imprensa
Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome

Tel: (61) 3433-1021

Site: www.mds.gov.br
Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais
Tel: (61) 9221-2546/3306-7024 / 7010 / 7016

Site: www.aids.gov.br - E-mail: imprensa@aids.gov.br
Atendimento ao cidadão
0800 61 1997 e (61) 3315 2425

sexta-feira, 23 de abril de 2010

quarta-feira, 21 de abril de 2010

ABUSO SEXUAL INFANTIL


Seja qual for o número de abusos sexuais em crianças que se vê nas estatísticas, seja quantos milhares forem, devemos ter em mente que, de fato, esse número pode ser bem maior. A maioria desses casos não é reportada, tendo em vista que as crianças têm medo de dizer a alguém o que se passou com elas. E o dano emocional e psicológico, em longo prazo, decorrente dessas experiências pode ser devastador.

O abuso sexual às crianças pode ocorrer na família, através do pai, do padrasto, do irmão ou outro parente qualquer. Outras vezes ocorre fora de casa, como por exemplo, na casa de um amigo da família, na casa da pessoa que toma conta da criança, na casa do vizinho, de um professor ou mesmo por um desconhecido.

Em tese, define-se Abuso Sexual como qualquer conduta sexual com uma criança levada a cabo por um adulto ou por outra criança mais velha. Isto pode significar, além da penetração vaginal ou anal na criança, também tocar seus genitais ou fazer com que a criança toque os genitais do adulto ou de outra criança mais velha, ou o contacto oral-genital ou, ainda, roçar os genitais do adulto com a criança.

Às vezes ocorrem outros tipos de abuso sexual que chamam menos atenção, como por exemplo, mostrar os genitais de um adulto a um criança, incitar a criança a ver revistas ou filmes pornográficos, ou utilizar a criança para elaborar material pornográfico ou obsceno.

A Criança Abusada

Devido ao fato da criança muito nova não ser preparada psicologicamente para o estímulo sexual, e mesmo que não possa saber da conotação ética e moral da atividade sexual, quase invariavelmente acaba desenvolvendo problemas emocionais depois da violência sexual, exatamente por não ter habilidade diante desse tipo de estimulação.

A criança de cinco anos ou pouco mais, mesmo conhecendo e apreciando a pessoa que o abusa, se sente profundamente conflitante entre a lealdade para com essa pessoa e a percepção de que essas atividades sexuais estão sendo terrivelmente más. Para aumentar ainda mais esse conflito, pode experimentar profunda sensação de solidão e abandono.

Quando os abusos sexuais ocorrem na família, a criança pode ter muito medo da ira do parente abusador, medo das possibilidades de vingança ou da vergonha dos outros membros da família ou, pior ainda, pode temer que a família se desintegre ao descobrir seu segredo.

A criança que é vítima de abuso sexual prolongado, usualmente desenvolve uma perda violenta da auto-estima, tem a sensação de que não vale nada e adquire uma representação anormal da sexualidade. A criança pode tornar-se muito retraída, perder a confiaça em todos adultos e pode até chegar a considerar o suicídio, principalmente quando existe a possibilidade da pessoa que abusa ameaçar de violência se a criança negar-se aos seus desejos.

Algumas crianças abusadas sexualmente podem ter dificuldades para estabelecer relações harmônicas com outras pessoas, podem se transformar em adultos que também abusam de outras crianças, podem se inclinar para a prostituição ou podem ter outros problemas sérios quando adultos.

Comumente as crianças abusadas estão aterrorizadas, confusas e muito temerosas de contar sobre o incidente. Com freqüência elas permanecem silenciosas por não desejarem prejudicar o abusador ou provocar uma desagregação familiar ou por receio de serem consideradas culpadas ou castigadas. Crianças maiores podem sentir-se envergonhadas com o incidente, principalmente se o abusador é alguém da família.

Mudanças bruscas no comportamento, apetite ou no sono pode ser um indício de que alguma coisa está acontecendo, principalmente se a criança se mostrar curiosamente isolada, muito perturbada quando deixada só ou quando o abusador estiver perto.

O comportamento das crianças abusadas sexualmente pode incluir:

1.Interesse excessivo ou evitação de natureza sexual;

2.Problemas com o sono ou pesadelos;

3.Depressão ou isolamento de seus amigos e da família;

4.Achar que têm o corpo sujo ou contaminado;

5.Ter medo de que haja algo de mal com seus genitais;

6.Negar-se a ir à escola,

7.Rebeldia e Delinqüência;

8.Agressividade excessiva;

9.Comportamento suicida;

10. Terror e medo de algumas pessoas ou alguns lugares;

11. Retirar-se ou não querer participar de esportes;

12. Respostas ilógicas (para-respostas) quando perguntamos sobre alguma ferida em seus genitais;

13. Temor irracional diante do exame físico;

14. Mudanças súbitas de conduta.

Algumas vezes, entretanto, crianças ou adolescentes portadores de Transtorno de Conduta severo fantasiam e criam falsas informações em relação ao abuso sexual.

Quem é o Agressor Sexual

Mais comumente quem abusa sexualmente de crianças são pessoas que a criança conhece e que, de alguma forma, podem controla-la. De cada 10 casos registrados, em 8 o abusador é conhecido da vítima. Esta pessoa, em geral, é alguma figura de quem a criança gosta e em quem confia. Por isso, quase sempre acaba convencendo a criança a participar desses tipos de atos por meio de persuasão, recompensas ou ameaças.

Mas, quando o perigo não está dentro de casa, nem na casa do amiguinho, ele pode rondar a creche, o transporte escolar, as aulas de natação do clube, o consultório do pediatra de confiança e, quase impossível acreditar, pode estar nas aulas de catecismos da paróquia. Portanto, o mais sensato será acreditar que não há lugar absolutamente seguro contra o abuso sexual infantil.

Segundo a Dra. Miriam Tetelbom, o incesto pode ocorrer em até 10% das famílias. Os adultos conhecidos e familiares próximos, como por exemplo o pai, padrasto ou irmão mais velho são os agressores sexuais mais freqüentes e mais desafiadores. Embora a maioria dos abusadores seja do sexo masculino, as mulheres também abusam sexualmente de crianças e adolescentes.

Esses casos começam lentamente através de sedução sutil, passando a prática de "carinhos" que raramente deixam lesões físicas. É nesse ponto que a criança se pergunta como alguém em quem ela confia, de quem ela gosta, que cuida e se preocupa com ela, pode ter atitudes tão desagradáveis.

A Família da Criança Abusada Sexualmente

A primeira reação da família diante da notícia de abuso sexual pode ser de incredulidade. Como pode ser comum crianças inventarem histórias, de fato elas podem informar relações sexuais imaginárias com adultos, mas isso não é a regra. De modo geral, mesmo que o suposto abusador seja alguém em quem se vinha confiando, em tese a denúncia da criança deve ser considerada.

Em geral, aqueles que abusam sexualmente de crianças podem fazer com que suas vítimas fiquem extremamente amedrontadas de revelar suas ações, incutindo nelas uma série de pensamentos torturantes, tais como a culpa, o medo de ser recriminada, de ser punida, etc. Por isso, se a criança diz ter sido molestada sexualmente, os pais devem fazê-la sentir que o que passou não foi sua culpa, devem buscar ajuda médica e levar a criança para um exame com o psiquiatra.

Os psiquiatras da infância e adolescência podem ajudar crianças abusadas a recuperar sua auto-estima, a lidar melhor com seus eventuais sentimentos de culpa sobre o abuso e a começar o processo de superação do trauma. O abuso sexual em crianças é um fato real em nossa sociedade e é mais comum do que muita gente pensa. Alguns trabalhos afirmam que pelo menos uma a cada cinco mulheres adultas e um a cada 10 homens adultos se lembra de abusos sexuais durante a infância.

O tratamento adequado pode reduzir o risco da criança desenvolver sérios problemas no futuro, mas a prevenção ainda continua sendo a melhor atitude. Algumas medidas preventivas que os pais podem tomar, fazendo com que essas regras de conduta soem tão naturais quanto as orientações para atravessar uma rua, afastar-se de animais ferozes, evitar acidentes, etc. Se considerar que a criança ainda não tem idade para compreender com adequação a questão sexual, simplesmente explique que algumas pessoas podem tentar tocar as partes íntimas (apelidadas carinhosamente de acordo com cada família), de forma que se sintam incomodadas.

1.Dizer às crianças que "se alguém tentar tocar-lhes o corpo e fazer coisas que a façam sentir desconfortável, afaste-se da pessoa e conte em seguida o que aconteceu."

2.Ensinar às crianças que o respeito aos maiores não quer dizer que têm que obedecer cegamente aos adultos e às figuras de autoridade. Por exemplo, dizer que não têm que fazer tudo o que os professores, médicos ou outros cuidadores mandarem fazer, enfatizando a rejeição daquilo que não as façam sentir-se bem.

3.Ensinar a criança a não aceitar dinheiro ou favores de estranhos.

4.Advertir as crianças para nunca aceitarem convites de quem não conhecem.

5.A atenta supervisão da criança é a melhor proteção contra o abuso sexual pois, muito possivelmente, ela não separa as situações de perigo à sua segurança sexual.

6.Na grande maioria dos casos os agressores são pessoas conhecem bem a criança e a família, podem ser pessoas às quais as crianças foram confiadas.

7.Embora seja difícil proteger as crianças do abuso sexual de membros da família ou amigos íntimos, a vigilância das muitas situações potencialmente perigosas é uma atitude fundamental.

8.Estar sempre ciente de onde está a criança e o que está fazendo.

9.Pedir a outros adultos responsáveis que ajudem a vigiar as crianças quando os pais não puderem cuidar disso intensivamente.

10.Se não for possível uma supervisão intensiva de adultos, pedir às crianças que fiquem o maior tempo possível junto de outras crianças, explicando as vantagens do companheirismo.

11.Conhecer os amigos das crianças, especialmente aqueles que são mais velhos que a criança.

12.Ensinar a criança a zelar de sua própria segurança.

13.Orientar sempre as crianças sobre opções do que fazer caso percebam más intenções de pessoas pouco conhecidas ou mesmo íntimas.

14.Orientar sempre as crianças para buscarem ajuda com outro adulto quando se sentirem incomodadas.

15.Explicar as opções de chamar atenção sem se envergonhar, gritar e correr em situações de perigo.

16.Orientar as crianças que elas não devem estar sempre de acordo com iniciativas para manter contacto físico estreito e desconfortável, mesmo que sejam por parte de parentes próximos e amigos.

17.Valorizar positivamente as partes íntimas do corpo da criança, de forma que o contacto nessas partes chame sua atenção para o fato de algo incomum e estranho estar acontecendo.

Que fazer

Uma falsa crença é esperar que a criança abusada avise sempre sobre o que está acontecendo. Entretanto, na grande maioria das vezes, as vítimas de abuso são convencidas pelo abusador de que não devem dizer nada a ninguém. A primeira intenção da criança é, de fato, avisar a alguém sobre seu drama mas, em geral, nem sempre ela consegue fazer isso com facilidade, apresentando um discurso confuso e incompleto. Por isso os pais precisam estar conscientes de que as mudanças na conduta, no humor e nas atitudes da criança podem indicar que ela é vítima de abuso sexual.

Muitos pais se sentem totalmente despreparados e pegos de surpresa quando sua criança é abusada, mas sempre devemos ter em mente que as reações emocionais da família serão muito importante na recuperação da criança.

Quando uma criança confia a um adulto que sofreu abuso sexual, o adulto pode sentir-se muito incomodado e não saber o que dizer ou fazer. Vejamos algumas sugestões (American Academy of Child and Adolescent Psychiatry):

1.Incentivar a criança a falar livremente o que se passou, sem externar comentários de juízo.

2.Demonstrar que estamos compreendendo a angústia da criança e levando muito a sério o que esta dizendo. As crianças e adolescentes que encontram quem os escuta com atenção e compreensão, reagem melhor do que aquelas que não encontram esse tipo de apoio.

3.Assegurar à criança que fez muito bem em contar o ocorrido pois, se ela tiver uma relação muito próxima com quem a abusa, normalmente se sentirá culpada por revelar o segredo ou com muito medo de que sua família a castigue por divulgar o fato.

4.Dizer enfaticamente à criança que ela não tem culpa pelo abuso sexual. A maioria das crianças vítimas de abuso pensa que elas foram a causa do ocorrido ou podem imaginar que isso é um castigo por alguma coisa má que tenham feito.

Finalmente, oferecer proteção à criança, e prometer que fará de imediato tudo o que for necessário para que o abuso termine.

No momento em que esse incidente vem à tona, devemos considerar que o bem estar da criança é a prioridade. Se os familiares estão emocionalmente muito perturbados nesse momento, o assunto deve ser interrompido para que as emoções e idéias possam ser mais bem organizadas. Depois disso, deve-se voltar a tratar do assunto com a criança, explicando sempre que as emoções negativas são dirigidas ao agressor e nunca contra a criança.

Não devemos apressar insensivelmente a criança para relatar tudo de uma só vez, principalmente se ela estiver muito emocionada. Mas, por outro lado, devemos encorajá-la a falar com liberdade tudo o que tenha acontecido, escutando-a carinhosamente para que se sinta confiante. Responda a qualquer pergunta que a esteja angustiando e esclareça qualquer mal entendido, enfatizando sempre que é o abusador e não a criança o responsável por tudo.

Se o abusador é um familiar a situação é bastante difícil para a criança e para demais membros da família. Embora possam existir fortes conflitos e sentimentos sobre o abusador, a proteção da criança deve continuar sendo a prioridade. Abaixo, algumas condutas que devem ser pensadas nos casos de violência sexual contra crianças.

1. Informe as autoridades qualquer suspeita séria de abuso sexual.

2.Consultar imediatamente um pediatra ou médico de família para atestar a veracidade da agressão (quando houver sido concretizada). O exame médico pode avaliar as condições físicas e emocionais da criança e indicar um tratamento adequado.

3.A criança abusada sexualmente deve submeter-se a uma avaliação psiquiátrica por ou outro profissional de saúde mental qualificado, para determinar os efeitos emocionais da agressão sexual, bem como avaliar a necessidade de ajuda profissional para superar o trauma do abuso.

4. Ainda que a maior parte das acusações de abuso sejam verdadeiras, pode haver falsas acusações em casos de disputas sobre a custódia infantil ou em outras situações familiares complicadas.

5. Quando a criança tem que testemunhar sobre a identidade de seu agressor, deve-se preferir métodos indiretos e especiais sempre que possível, tais como o uso de vídeo, afastamento de expectadores dispensáveis ou qualquer outra opção de não ter que encarar o acusado.

6.Quando a criança faz uma confidência a alguém sobre abuso sexual, é importante dar-lhe apoio e carinho; este é o primeiro passo para ajudar no restabelecimento de sua autoconfiança, na confiança nos outros adultos e na melhoria de sua auto-estima.

7.Normalmente, devido ao grande incômodo emocional que os pais experimentam quando ficam sabendo do abuso sexual em seus filhos, estes podem pensar, erroneamente, que a raiva é contra eles. Por isso, deve ficar muito claro que a raiva manifestada não é contra a criança abusada.

Seqüelas

Felizmente, os danos físicos permanentes como conseqüência do abuso sexual são muito raros. A recuperação emocional dependerá, em grande parte, da resposta familiar ao incidente (Embarazada.Com). As reações das crianças ao abuso sexual diferem com a idade e com a personalidade de cada uma, bem como com a natureza da agressão sofrida. Um fato curioso é que, algumas (raras) vezes, as crianças não são tão perturbadas por situações que parecem muito sérias para seus pais.

O período de readaptação depois do abuso pode ser difícil para os pais e para a criança. Muitos jovens abusados continuam atemorizados e perturbados por várias semanas, podendo ter dificuldades para comer e dormir, sentindo ansiedade e evitando voltar à escola.

As principais seqüelas do abuso sexual são de ordem psíquica, sendo um relevante fator na história da vida emocional de homens e mulheres com problemas conjugais, psicossociais e transtornos psiquiátricos.

Antecedentes de abuso sexual na infância estão fortemente relacionados a comportamento sexual inapropriado para idade e nível de desenvolvimento, quando comparado com a média das crianças e adolescentes da mesma faixa etária e do mesmo meio sócio-cultural sem história de abuso.

Em nível de traços no desenvolvimento da personalidade, o abuso sexual infantil pode estar relacionado a futuros sentimentos de traição, desconfiança, hostilidade e dificuldades nos relacionamentos, sensação de vergonha, culpa e auto-desvalorização, à baixa autoestima à distorção da imagem corporal, Transtorno Borderline de Personalidade e Transtorno de Conduta.

Em relação a quadros psiquiátricos francos, o abuso sexual infantil se relaciona com o Transtorno do Estresse Pós-traumático, com a depressão, disfunções sexuais (aversão a sexo), quadros dissociativos ou conversivos (histéricos), dificuldade de aprendizagem, transtornos do sono (insônia, medo de dormir), da alimentação, como por exemplo, obesidade, anorexia e bulimia, ansiedade e fobias.



Para referir:

Ballone GJ - Abuso Sexual Infantil, in. PsiqWeb, Internet, disponível em 2003

terça-feira, 20 de abril de 2010

FIBROMIALGIA


Fibromialgia é uma desordem que causa dor muscular e fadiga. Pessoas com fibromialgia têm "pontos sensíveis" no corpo, que são lugares específicos no pescoço, ombros, costas, braços, quadril e pernas. Esses pontos doem quando pressionados. As causas da fibromialgia são desconhecidas.


Há vários fatores envolvidos. Fibromialgia tem sido relacionada a:

* Eventos estressantes ou traumáticos, como acidente de carro.
* Lesões repetitivas.
* Certas doenças.

Pessoas com fibromialgia também têm outros sintomas como:

* Problema para dormir.
* Falta de flexibilidade pela manhã.
* Dor de cabeça.
* Ciclos menstruais doloridos.
* Formigamento ou falta de sensibilidade nas mãos e pés.
* Problemas de raciocínio e memória.

Fibromialgia também pode acontecer por si mesma. Alguns cientistas acreditam que um gene, ou genes, poderiam ter envolvimento sobre a fibromialgia. Os genes poderiam fazer a pessoa reagir fortemente a coisas que outros poderiam não achar doloroso.

A fibromialgia afeta até 1 em cada 50 pessoas. A maioria das pessoas com fibromialgia são mulheres. Porém, homens e crianças também podem ter essa desordem. A maioria das pessoas é diagnosticada durante a meia idade.

Pessoas com certas doenças podem ter maior probabilidade de ter fibromialgia. Essas doenças incluem:

* Artrite reumatóide.
* Lupus eritematoso sistêmico.
* Artrite espinal

Mulheres que têm algum membro da família com fibromialgia possuem maior probabilidade de também sofrerem essa desordem.

Fibromialgia também pode ser de difícil tratamento. É importante encontrar um médico que seja familiarizado como a fibromialgia e seu tratamento. Reumatologistas poderiam tratar a fibromialgia.

O tratamento para a fibromialgia geralmente requer abordagem de equipe, que pode incluir seu médico, um fisioterapeuta e possivelmente outro profissional da saúde. Uma clínica de dor e reumatismo poderia ser um bom lugar para obter tratamento.

O FDA (órgão americano que regula medicamentos) ainda não aprovou nenhum remédio para tratamento específico para a fibromialgia. Os médicos podem tratar a fibromialgia com remédios aprovados para outros propósitos. Remédios para dor e antidepressivos são geralmente usados no tratamento.

O que pode fazer a pessoa para tentar se sentir melhor?

Há muitas coisas que pode ser feita para sentir-se melhor, incluindo:

* Tomar os remédios como prescrito.
* Ter sono suficiente.
* Praticar exercícios físicos.
* Alimentar-se bem.
* Fazer mudanças no seu trabalho, se necessário.

A NIAMS (National Institute of Arthritis and Musculoskeletal and Skin Diseases) patrocina pesquisas sobre a fibromialgia para melhor compreende-la e encontrar melhores formas de tratamento, prevenção e diagnóstico.

Os pesquisadores estão estudando:

* Por que pessoas com fibromialgia têm maior sensibilidade à dor.
* O papel dos hormônios de estresse no organismo.
* Tratamentos médicos e de comportamento.
* Se há um gene, ou genes, que tornam a pessoas mais susceptível à fibromialgia.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Prevenção começa com informação!

* Dainir Feguri

TEMA: PREVENÇÃO AO USO INDEVIDO DE DROGAS

Entre as várias questões do dia-a-dia que exigem atenção especial, temos o tema “drogas”. É um assunto que, direta ou indiretamente, diz respeito a todos nós – governo e sociedade.

Esse tema permite olhares sob várias perspectivas, enquanto cidadãos de uma nação, membros de uma família ou como indivíduos. E para cada uma delas, justifica-se um engajamento pleno e indispensável.

Essa temática exige conhecimento atualizado para entender o fenômeno que atinge todos os setores e da vida e que muitas vezes acaba por envolver a todos responsabilizando-nos de alguma forma.

A Secretaria Nacional Antidrogas (SENAD) do gabinete de Segurança Institucional da presidência da República – articuladora das Políticas Públicas sobre drogas, orientada pelo principio da responsabilidade compartilhada, adotando como estratégia a cooperação mutua, a articulação de esforços entre governo, iniciativa privada, terceiro setor e cidadãos, no sentido de ampliar a consciência para a importância da intersetorialidade e descentralização das ações sobre drogas no país, promove e facilita o processo para o realinhamento de nossa política sobre drogas.

Enquanto o papel do governo consiste em envolver e dar voz a todos os interessados nesta questão para facilitar a criação de políticas que estejam adequados no momento, os demais setores governamentais e a sociedade constitui o seu papel de promotor de informação e conhecimento vinculado aos aspectos vivenciais e profissionais da saúde, educação e familias estão conscientes dos problemas encontrados na comunidade em relação ao tema ‘drogas’.

Objetivamente buscamos:
a. Atingir o ideal de construção de uma sociedade protegida e consciente do mal que causa o uso de drogas ilícitas e do uso indevido de drogas lícitas;
b. Reconhecer as diferenças entre o usuário, a pessoa em uso indevido, o dependente, cujo tratamento requer forma diferenciada;
c. Buscar a conscientização do usuário, família e da comunidade.
d. Conhecer sobre os prejuízos sociais e as implicações negativas representadas pelo uso indevido de drogas e suas conseqüências.

De que maneira? Pela orientação sobre a PREVENÇÃO.

A efetiva prevenção é fruto do comprometimento, da cooperação, e da parceria entre diferentes segmentos da sociedade brasileira e dos órgãos governamentais, federal, estadual e municipal, fundamentada na filosofia da “responsabilidade compartilhada”, com a construção de redes sociais que visem à melhoria das condições de vida e promoção da saúde.

As ações preventivas devem ser planejadas e direcionadas ao desenvolvimento humano, o incentivo à educação para a vida saudável, acesso aos bens culturais, incluindo a prática de esportes, cultura, lazer, a socialização do conhecimento sobre drogas, com embasamento cientifico, o fomento do protagonismo juvenil, da participação da família, da escola e da sociedade na multiplicação das ações.

Para tanto, as mensagens utilizadas em campanhas e programas educacionais e preventivos devem ser claras, atualizadas e fundamentadas cientificamente as especificidades do público–alvo, as diversidades culturais, a vulnerabilidade, respeitando as diferenças de gênero, raça e etnia.

Conteúdo que orientem sobre o tema devem ser repassados, tais como:

a. Drogas – classificação e efeitos no organismo;
b. Experimentação, uso, abuso e dependências de drogas;
c. Aspectos socioculturais relacionados ao uso de álcool e outras drogas;
d. Prevenção: novas formas de pensar e enfrentar o problema;
e. As drogas e os meios de comunicação;
f. Legislação;
g. Tratamento e comunidades terapêuticas;
h. Mediação de conflitos;
i. Prevenção e recaída;
j. O trabalho comunitário e a construção de redes sociais.

Estes subsidios não garantirá que haverá solução do problema, mas será o primeiro passo para se propor uma conscientização da população e mudança de hábitos que outrora sustentamos sob um superego tirano, justificando que o problema se reduz com a suposta 'limpeza social', que mais estigmatiza a pátria semelhante a uma madrastra vil.

quarta-feira, 31 de março de 2010

A busca de si começa a partir da Contemplação


Pablo Picasso disse certa vez: "A arte é uma mentira que nos ajuda a encontrar a verdade". Mas, o que percebemos reflete apenas nossa realidade pessoal e subjetiva, filtrada por crenças, associações e interpretações.

"A vida proporciona recompensas, mas paz ou satisfação duradouras, não". Esta frase descreve bem o VAZIO EXISTENCIAL. A maioria das pessoas quer "algo mais" mesmo quando não consegue imaginar, nem explicar o que é esse "algo mais" vem a ser.

Henry David Thoreau (século XIX) escreveu: "Algumas pessoas passam a vida pescando sem perceber que não estão atrás de peixes".

O que queremos é uma visão esclarecedora da vida como um todo, uma sensação de paz e plenitude que vá além da banalidade cotidiana. Muitos no mundo todo lutam por sobrevivência. O que lembra Mahatma Gandhi: "Para quem tem fome, Deus é pão". Dispomos de tempo, atenção e energia para aspirações maiores como plenitude, propósito, e autoconsciência.

Alguns vão longe na senda materialista dos ocidentais: sucesso, riqueza, prestígio e posses, recompensas e comodidades. Acabou reconhecendo que os bens exteriores não proporcionam paz nem felicidade.

Outros voltaram-se para o caminho oriental, mais interiorizado - desapego ao dinheiro, posses, prestígios, às realizações materiais. Estes simplificaram suas vidas, desviaram-se das armadilhas e símbolos exteriores, e buscaram resposta dentro de si próprios (a meditação).

O ideal é contemplar as virtudes do Ocidente e do oriente, tanto exterior quanto interior, talvez não garanta a Paz, nada as garante, pois as emoções passam como os temporais, mas aponta para uma maneira equilibrada de viver.

segunda-feira, 29 de março de 2010

VIVAVOZ ATUANDO NA PREVENÇÃO DO USO INDEVIDO DE DROGAS

VIVAVOZ - 0800.510-0015


VIVAVOZ ATUANDO NA PREVENÇÃO DO USO INDEVIDO DE DROGAS. É UMA INICIATIVA DA SECRETARIA NACIONAL ANTIDROGAS - SENAD. 

VIVAVÓZ É UM SERVIÇO DE 0800 PARA ESCLARECER, APOIAR E ORIENTAR AQUELES QUE PRECISAM DE ALGUM TIPO DE AJUDA E INFORMAÇÃO.

É UM CANAL ABERTO, HUMANO, SEM NENHUM PRECONCEITO PRÁ FALAR DE FORMA CLARA PARA FAMILIARES E AMIGOS QUE NÃO SABEM COMPREENDER O COMPORTAMENTO DE UM USUÁRIO.

PARA ORIENTAR SOBRE A PREVENÇÃO E CAMPANHAS EDUCATIVAS.

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E TAMBÉM INFORMAÇÕES COMO CENTRO DE TRATAMENTOS, ATENDIMENTO ESPECIALIZADO E OUTROS RECURSOS DA COMUNIDADE.

E A LIGAÇÃO É GRATUITA. ATENDIMENTO DAS 8H ÀS 24H - DE SEGUNDA À SEXTA.


E PARA EVITAR CONSTRANGIMENTO A PESSOA NÃO PRECISA SE IDENTIFICAR.

VIVAVOZ REPRESENTA UMA GRANDE E INÉDITA INICIATIVA NA PRESTAÇÃO DE UM SERVIÇO DE ATENDIMENTO MAIS QUALIFICADO E MAIS HUMANO.

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