

Dainir Soares Feguri[1]
O Que é?

OBJETIVO GERAL

OBJETIVOS
ESPECÍFICOS




MISSÃO

VISÃO

PRINCIPIOS











POLITICA DE GESTÃO

NEGÓCIO


O projeto nasceu com o intuito de
atender a demanda dos adolescentes tendo por finalidade prevenir a violência.
Teve seu inicio com grupos de pesquisa (por amostragem) em 1997 no bairro -
Jardim Brasil periferia da Capital. O projeto levava o nome de Espaço Sal da
Terra.
Posteriormente em fevereiro de
2002 o mesmo foi levado para o bairro- Dr. Fábio próximo ao Jardim Brasil em
Cuiabá/MT, bairros circunvizinhos da grande Morada da Serra[2].
Teve inicio com 62 integrantes
adolescentes, colaboravam como voluntários líderes sociais e religiosos da
comunidade. Desta experiência três jovens do local foram encaminhados para
atuarem no “Espaço Aberto” – UNESCO, para atuarem junto à equipe articuladora
responsável pela divulgação de trabalho ligado ao Protagonismo Juvenil de cunho
político, junto a UNESCO. Contribuíram no evento realizado pela UNESCO que
recebeu o nome de “Parangolé” realizado na Escola Estadual Presidente Médici, região
central de Cuiabá em 2002.
Ainda nesse mesmo ano foi feita
uma parceria com a Policia Comunitária (PMMT) foi então que de Espaço Sal da
Terra passou a se chamar Espaço Tocnacuca, porque auxiliar os jovens a pensar
nas ações impulsivas faria o bem e a diferença a eles.
Os parceiros e multiplicadores
estavam motivados por ideais comuns visando à prevenção, educação e vida e com
o intuito de combater a mortalidade juvenil por causas externas. Quem
participou desta etapa foram voluntários, profissionais multidisciplinares,
policiais e adolescentes. Todos reunidos, onde cada qual contribuía com aquilo
que podia oferecer, conforme seus conhecimentos primários. Sendo que a única
exigência é que gostasse de trabalhar com juventude e que tivesse flexibilidade.
O projeto Tocnacuca teve sua
implantação: nas Companhias Comunitárias do bairro Pedra 90 e Três Barras;
Escola Estadual João Crisóstomo (bairro Dr. Fábio); Escola Estadual Bernadina
Ricci (Centro). Só no bairro Pedra 90 mais de oitocentos jovens fizeram parte
do projeto por iniciativa própria. Na atualidade estes jovens são pais de
família e tem o desejo de serem multiplicadores destas ações preventivas. Na
época destes oitocentos apenas perdemos uma única pessoas[3].
Tivemos resultados de ações como:
desarmamentos, desarticulações de gangs, solicitações para tratamento aos
usuários de drogas ilícitas, retorno a sala de aula, solicitações para curso de
capacitação para o ingresso no trabalho. Foram distribuídas para instituições,
núcleos e pessoas 1.000 cartilhas com orientações voltadas para o público
adolescente, com o tema ‘Cartilha da Juventude - Adolescer Saudável’.
O que faltou? Apoio e comprometimento das autoridades constituídas, tanto
municipal como estadual. O esforço é imenso e por iniciativa isolada é
impossível dar continuidade. Mas mesmo assim continuamos capacitando
voluntários para polinizar uma cultura de paz. E neste ano já se tem 12 anos de
trabalho e estudo nesta área. Inclusive a proposta de lançar o livro ‘Adolescer
Saudável’ que possibilita construir uma trajetória de como orientar jovens em
situação de risco social e pessoal e com isso contribuir para a redução deste
fenômeno de morte por causas externas que assolou os lares do nosso país.

Este trabalho voluntário é fruto de uma
relação com o público jovem e adolescente das camadas de classes populares.
Conforme divulgação dos altos índices estatísticos se percebe que os jovens se
encontram não muito conscientes dos riscos no seu cotidiano a que estão
submetidos. Sendo que, cada vez mais a juventude brasileira tem sido alvo
negativo inserido no quadro de taxa de mortalidade juvenil (SIM) que teve um
aumento significativo nestes últimos anos. Vidas aqui se perderam mais do que
na guerra do Oriente Médio.
Este programa constitui importante ferramenta que vem subsidiar jovens, adolescentes e particularmente os adultos no que refere a formação destes nesta fase de seu desenvolvimento. Esta contribuição se dá por fornecer informações do fenômeno psicossocial adolescer. A partir deste estudo / leitura, muito das atitudes poderão ser repensadas, se não talvez buscar novas formas de abordagem e entendimento mais adequadas a estes indivíduos em afirmação.
Para compreender a juventude convém rever conceitos básicos sobre o adolescer que possibilita trazer esclarecimentos desta fase que antecipa este período. Nada mais sendo do que algo que faz parte do desenvolvimento humano. Fase esta complexa onde mudanças acontecem no corpo e na cabeça dos jovens cujo interesse já não se restringe mais a jogos e brincadeiras. Mas cuja atenção estará voltada às sensações que se alternam na mais profunda oscilação antagônica indo da alegria ao estado de intensa tristeza. Da total onipotência a plena indecisão. O medo do desconhecido permeando a mente em transição com a avidez das descobertas. O compromisso com o bem-estar pedindo passagem e tomando assento na agitada rotina adolescente.
Sabe-se que o processo de estabelecimento do equilíbrio é moroso e
Este programa constitui importante ferramenta que vem subsidiar jovens, adolescentes e particularmente os adultos no que refere a formação destes nesta fase de seu desenvolvimento. Esta contribuição se dá por fornecer informações do fenômeno psicossocial adolescer. A partir deste estudo / leitura, muito das atitudes poderão ser repensadas, se não talvez buscar novas formas de abordagem e entendimento mais adequadas a estes indivíduos em afirmação.
Para compreender a juventude convém rever conceitos básicos sobre o adolescer que possibilita trazer esclarecimentos desta fase que antecipa este período. Nada mais sendo do que algo que faz parte do desenvolvimento humano. Fase esta complexa onde mudanças acontecem no corpo e na cabeça dos jovens cujo interesse já não se restringe mais a jogos e brincadeiras. Mas cuja atenção estará voltada às sensações que se alternam na mais profunda oscilação antagônica indo da alegria ao estado de intensa tristeza. Da total onipotência a plena indecisão. O medo do desconhecido permeando a mente em transição com a avidez das descobertas. O compromisso com o bem-estar pedindo passagem e tomando assento na agitada rotina adolescente.
Sabe-se que o processo de estabelecimento do equilíbrio é moroso e
não muito fácil para quem há tão pouco tempo
só fazia brincar e reservava suas lágrimas quase que somente para as dores
físicas.
É possível dizer que a experiência favorece o entendimento de como os jovens idealizam construir ou não este período e como estará este fenômeno ligado ao seu futuro. Dirigindo suas ações na contraposição para estabelecer sua autonomia visando assim um ideal de liberdade, cuja finalidade é à busca da afirmação de sua identidade. Respondendo ao seu primeiro questionamento – ‘Quem Sou?’. Também é possível vislumbrar de como procuram desenvolver seus próprios princípios e ajustar seus sentimentos relacionados à escolha, seja em função de uma orientação sexual quanto a outros desejos de auto-afirmação. Sendo esta uma época de descobertas e experimentações novas que poderá conduzi-los a riscos talvez irreversíveis. A busca da compreensão da sexualidade ou iniciação sexual nos jovens não é um episódio, é parte de um processo de busca de identidade do (a) adolescente, pois envolve dificuldades em relação ao espaço e tempo, corpo e mente. Estes assumindo atitudes de rebeldia, buscando grupos menores e marginalizados que os compreendam, tentam soluções mágicas para os problemas, criando juízos de valores próprios, desprezando o que os adultos lhe ‘impuseram’ e desenvolvendo atitudes agressivas.
Muitas situações começam a se apresentar de forma mais elaborada e as soluções não aparecem como num passe de mágica. Buscando respostas as suas indagações: Como é deixar de ser criança? De repente ter um corpoem transformação.
Perguntando-se - Quem sou? Porque sinto? O que sinto? Só
querendo compreender. O porquê? Momento este em que o adolescente procura
buscar de maneira ora consciente ou inconsciente, o seu autoconhecimento,
estabelecendo assim sua independentização do ambiente familiar e fazendo uso da
liberdade, embora sem muito compromisso ou responsabilidade. Também procurando
desenvolver os princípios em relação à vida, conforme seus valores e crenças
internalizados.
É possível dizer que a experiência favorece o entendimento de como os jovens idealizam construir ou não este período e como estará este fenômeno ligado ao seu futuro. Dirigindo suas ações na contraposição para estabelecer sua autonomia visando assim um ideal de liberdade, cuja finalidade é à busca da afirmação de sua identidade. Respondendo ao seu primeiro questionamento – ‘Quem Sou?’. Também é possível vislumbrar de como procuram desenvolver seus próprios princípios e ajustar seus sentimentos relacionados à escolha, seja em função de uma orientação sexual quanto a outros desejos de auto-afirmação. Sendo esta uma época de descobertas e experimentações novas que poderá conduzi-los a riscos talvez irreversíveis. A busca da compreensão da sexualidade ou iniciação sexual nos jovens não é um episódio, é parte de um processo de busca de identidade do (a) adolescente, pois envolve dificuldades em relação ao espaço e tempo, corpo e mente. Estes assumindo atitudes de rebeldia, buscando grupos menores e marginalizados que os compreendam, tentam soluções mágicas para os problemas, criando juízos de valores próprios, desprezando o que os adultos lhe ‘impuseram’ e desenvolvendo atitudes agressivas.
Muitas situações começam a se apresentar de forma mais elaborada e as soluções não aparecem como num passe de mágica. Buscando respostas as suas indagações: Como é deixar de ser criança? De repente ter um corpo
Partindo do pressuposto de que a Juventude é
um personagem envolvido numa sociedade cartesiana, onde comportamentos e
segurança são manipulados por adultos, isto implica no não-exercício da
cidadania destes sujeitos. Este ao ser supostamente desrespeitado seja de forma
velada ou explícita, trará uma conseqüência à realidade atual de forma caótica
onde alguns se eximem de sua responsabilidade. Principalmente aqueles supostos
responsáveis comprometidos em rever a necessidade de Políticas Públicas que
assistam a esta parcelada população desde a sua base familiar que é o início de
tudo.
A sociologia nos mostra em análise que a
sociedade brasileira é profundamente autoritária com crianças e adolescente. E
historicamente as relações no Brasil são adultocêntricas (centrada em torno do
adulto). Jovens e adolescentes no Brasil são considerados até muito recente
como sujeitos sem fala, cuja vontade se expressa através da vontade dos
adultos. Na opinião de muitos se consolida que o aumento das causas da
violência está sendo de responsabilidade dos jovens que se envolvem em
situações de riscos principalmente com a criminalidade. Em geral sempre se
parte da idéia de que os jovens são os autores da violência, mas muito pouco se
fala deles como vítimas de violência.
Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente, a Constituição de 1988 vem dizer que crianças e adolescentes são sujeitos de direito. Estudiosos têm percebido a forma como a juventude vem exercendo este direito:
[...] a juventude sempre teve um jeito próprio de levar adiante o seu protesto e a sua luta. “Mas é principalmente através da sua produção cultural, sobretudo no campo da música, que o seu recado pode ser percebido e ouvido.” (BRANDÃO e DUARTE, 1990, P. 111).
Música: Inútil (1983)
Autor: Roger Rocha Moreira
Grupo: Ultrage a Rigor
“A gente não sabemos escolher presidente
A gente não sabemos tomar conta da gente
A gente não sabemos nem escovar os dente
Tem gringo pensando que nós é indigente
Inútil, a gente somos inútil.”
Autor: Roger Rocha Moreira
Grupo: Ultrage a Rigor
“A gente não sabemos escolher presidente
A gente não sabemos tomar conta da gente
A gente não sabemos nem escovar os dente
Tem gringo pensando que nós é indigente
Inútil, a gente somos inútil.”
A mídia reforça este rótulo por retratá-los em seus noticiários, onde são freqüentemente representados com relação à violência e ao crime. Sendo tanto criança quanto os jovens responsáveis ou vítimas de abusos sexuais e físicos. Tendo unicamente por objetivo gerar índices de audiências daí o seu caráter: sensacionalista. Raramente buscando penetrar nas causas da violência. Sendo que as conseqüências disso é que os jovens via de regra, são representados como um problema e / ou uma ameaça. Portanto um grupo vulnerável e estigmatizado em relação à sua integridade desde as suas necessidades básicas.
Na mídia são veiculados variados tipos de violência indo desde a violência visível, física e clara cuja ameaça evidencia cenas de assassinatos, sangue, tiros, lutas, massacres, desastres, etc. Havendo também violência estrutural e mental mais latente, tal vítima e responsáveis nunca poderão ser identificadas ficando causas e conseqüências mais difíceis de analisar, pois estão profundamente enraizados na cultura e na sociedade
Meditando nas palavras de Khalil Gibran
quando em uma de suas obras (O Profeta), o autor escreve uma citação sobre o
tema ‘crime e castigo’:
[...]
como uma procissão, vós avançais, juntos, para vosso eu-divino. Vós sois o
caminho e os que caminham. E quando um dentre vós tropeça, ele cai pelos que
caminham atrás dele, alertando-os contra a pedra traiçoeira. Sim, e ele cai
pelos
que
caminham adiante dele, que embora tenham o pé mais ligeiro e mais seguro, não
removeram a pedra traiçoeira (GIBRAN apud CHALLITA, 1972, p. 38 e 39).
Penso que necessariamente jovem e adolescente precisam de habilidades e conhecimentos, que lhes dê direção para assim se posicionarem diante da vida. E encarar o desafio, cheio de riscos a qual estarão expostos. Sugiro aqui que se pense numa orientação adequada, porém de conformidade com o pensamento do sujeito e não nos moldes do pensamento adulto. Não para que eles façam o que gostaríamos que fosse bom para nós, mas para que os hábitos comportamentais arriscados não sejam adotados ou firmemente estabelecidos gerando uma inconseqüência.
A experiência com a juventude das camadas populares me possibilitou conhecer os variados ambientes e grupos como também ouvir algumas diferenças nas representações sociais. De grande importância é o grupo para o individuo como sujeito nele inserido. Pois o grupo como elemento criativo pode gerar propostas de trabalho, ações para a intervenção social, recursos, etc. Ele é capaz de produzir mudanças, transformações no ambiente, contribuindo para o desenvolvimento comum. O grupo conta com determinadas funções que interagem com o individuo e que contribuem para o seu desenvolvimento social e cultural. Do contrário ele também pode vir a sucumbir o sujeito.
Na socialização ocorrendo à interação destes indivíduos, numa relação que implica normas, valores e comportamentos distintos a depender do grupo, a pressão do grupo obriga o individuo a adotar as normas. Quanto maior for o número de pessoas de acordo com essas normas tanto maior será a pressão exercida com relação ao restante de indivíduos pertencentes a esse ambiente grupal. O individuo vai elaborar a formação do autoconceito. Esta formação leva o individuo a ver-se a si mesmo, através dos olhos de outras pessoas e ele agirá levando em conta os componentes, atitudes e sentimentos dos outros, assim como a aprovação ou desaprovação do grupo.
O convívio com variados grupos também me permitiu conhecer variadas formas de educação. É preciso compreender que a educação adequada começa com informação.
E para exemplificar esta fala convém citar um grupo muito comum denominado pela sociologia como ‘bando de esquina’. Sendo um grupo informal, primário e natural, estes satisfazem suas necessidades em relação que obriga a reciprocidade. Tem seus lugares: a esquina, o bar, o clube, etc... Não se sentem à vontade fora deles.
A educação neste grupo está implícita na
maneira como se afirma. Seus encontros acontecem sem aviso prévio e chegam
quase na mesma hora. Falam das coisas comuns. Voltam para casa para dormir,
jantar, pois no dia seguinte tem que ir estudar ou trabalhar. Saem nos fins de
semana: suas vidas são quase públicas no bairro. Falam alto com gesticulação,
misturam a língua culta com a popular. São sensacionalistas e rebeldes contra a
autoridade. Tem normas de lealdade e alguns ritos de iniciação como uma
possível demonstração de coragem. À medida que as horas adentram na madrugada o
grupo vai se dispersando, porém uma minoria ainda persiste em ficar e passam a
ser alvo de pessoas com problemas com a lei, tais como traficantes,
justiceiros, gangs e mesmo policiais despreparados. Considero este grupo
segundo suas respostas nos debates e discussões levantadas um dos mais
vulneráveis, suscetíveis a danos.
Veja que é preciso ouvir os vários segmentos para compreender o fenômeno atual. Percebe-se, porém que há uma nítida falta de colaboração por parte de alguns que se dizem conscientes e maduros.
Como já dizia GIBRAN somos similares a aqueles que caminham na frente e visualizando a pedra traiçoeira não colabora em retirá-la, deixando assim cair aqueles que vêm atrás. Já que lhes falta uma orientação adequada para a vida e uma compreensão de si mesmo.
Sugiro uma atenção voltada à promoção de
saúde integral ao (s) jovem (ns) e adolescente (s). Promoção significa ‘antes
de’, do contrário seria prevenção quando algo já aconteceu. Embora se saiba que
o costume tem sido atuar apenas de forma interventiva de maneira inadequada e
por iniciativa isolada. Percebe-se que os jovens necessitam de algo que lhes
possibilite suporte e sustentação nesta etapa do seu desenvolvimento humano.
Portanto viabilizar uma proposta de ações culturais e educativas que auxilie a juventude em geral, não apenas as das camadas populares na obtenção de maiores expectativas positivas em função da pequena existência que hoje o jovem está tendo e o de vir a ter, sendo melhores em relação à preservação e valorização da Vida.















OFICINAS










AÇÕES
















Vídeos – PowerPoint

Moto Vida

Chapada Viva

Escola Viva

Expo-Toc

Varal de histórias

Coruja do mundo

Rala

Coral

Contos Zen

Break dance

Graffiti

Teatro de bolso

Teatro de bulevar

Gincanas

Kitute Cuiabano

Roda de Conversa

Enfim,


[1] Psicóloga e Técnica com experiência de cinco anos no
Núcleo Psicossocial da CEPA/MT (Penas Alternativas). Pesquisadora do fenômeno
violência urbana há 14 anos, com foco na juventude em situação de risco.
Pós-Graduação em Psicologia e Educação pela UFMT. Membro Representante da
CONAPA do Estado de Mato Grosso. Coordenadora da Subcomissão Temática de
Gênero/CONAPA.
E-mail: feguri.dainir@gmail.com.
[2] Maior
bairro periférico de Cuiabá.
[3] Garota
de 16 anos, assassinada por ser testemunha de um processo que corria em
justiça.
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